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Lapa recebe Diploma na Câmara Municipal de BH

Olá!

Essa postagem é só pra informação:

5º BH Zouk

Olá!

Oficinas de Zouk - Rodrigo Delano

Olá!

A Academia de dança Rodrigo Delano promove nesse sábado, dia 16 de maio e no sábado do dia 20 de junho, em conjunto com a Prefeitura de BH, através da Cordenadoria da Juventude, oficinas de zouk. O evento ocorre no Centro Cultural Salgado Filho, na Rua Nova Ponte, 22.

Depois das oficinas, ocorre o Zouk móvel, das 18 às 21 h, no mesmo local.

[]s
Wilson Milagres

Convite de Grego - texto sobre dança de salão

por Elaine Reis - Academia Pé de Valsa/BH/MG

 

Quase todo profissional de dança de salão já foi confundido com mendigo. Enfatizo que em nenhum momento estou querendo ofender esta parcela da nossa sociedade; pelo contrário, até acho que arrumarei uma “solução” para estes famintos de comida e afeto.

 

Vou contar uma historinha... e duvido que muitos de vocês, professores de dança, já não passaram por uma situação semelhante.

 

Era uma vez.......... Na rotina de sempre, graças a Deus, estava eu administrando as minhas aulas e a minha empresa, e chega um convite de uma aluna para irmos em sua “festinha” de aniversário. Ela não só convidou a mim, mas também o meu parceiro e marido.

 

Como uma boa mineira, que não perde o trem, providenciei um belo presente, fui ao salão fazer uma chapinha básica, pé, mão, caprichei no figurino, um bom perfume. E fomos lindos e maravilhosos!

 

Chegando lá, a festinha era em uma mansão, com música ao vivo, buffet, gente bonita. Fiquei toda animada e pensei que meu esmero não tinha sido em vão. Que beleza! Pensei: “poderei conversar, conhecer pessoas diferentes, tomar um bom vinho, dançar se tiver vontade...”. Enfim, sonhei, sonhei, sonhei. Doce ilusão.

 

Tudo não passou de um grande sonho. Para começar, ela nos colocou em uma mesa que só tinha meu marido de cavalheiro, pode? Não preciso dizer quantas mulheres estavam ali, não é mesmo?

 

Para piorar a situação, de quinze em quinze minutos, a anfitriã nos apresentava aos outros convidados e dizia: “fulano, sicrano, beltrano.... querem dançar com vocês!”

 

A minha indignação foi tamanha que, na primeira vez que isto aconteceu, nós não tivemos reação. Aceitamos a situação e, querendo ser agradável, passamos a festa dançando com os convidados que nos pediam para ensinar “passinhos”. E ainda alguns jogavam “aquele charme” para mim e, lógico, algumas faziam o mesmo para o meu marido.

 

A dona da festa ria para nós e, de vez em quando, falava que a mesa do buffet estava à disposição. Ninguém merece! Foi quase a morte. Perdi o humor.

 

Entendi que nós não fomos convidados para a festa e sim para animar a mesma. A aluna “só” esqueceu de perguntar quanto era o nosso cachê!!! Foi ou não foi um convite de grego? Felizmente, hoje temos outra postura...

 

Não disse que tinha a solução para os mendigos? Aí vai: vamos fazer uma campanha junto às prefeituras para que possam ofertar aulas de dança de salão para que eles se tornem “dançarinos”. Tenho certeza que de fome eles não perecerão. É brincadeira.

 

Preciso da ajuda de todos os leitores para tentar mudar este quando que certamente nós, profissionais de dança, temos uma parcela de culpa, mas isto são cenas do próximo capítulo.

 

Até breve!

 


Elaine Reis

é instrutora especializada em dança de salão da "Academia Pé de Valsa"- BH - divulgando a dança como forma de cultura, arte e lazer.

Faustão: favorece ou denigre? - texto sobre dança de salão

por Elaine reis - Academia Pé de Valsa-BH-MG

Quem viveu da dança de salão há mais de vinte anos atrás, saberá entender muito bem o que vou dizer.

 

Antigamente, quando uma pessoa perguntava para você o que faz e você, todo (a) sorridente, respondia que era professor (a) de dança de salão, esta pessoa olhava de cima a baixo fazendo uma expressão de desdém e saía de perto parecendo que você era leproso. Identificava-nos como pessoas desclassificadas e subestimava a nossa profissão.

 

Um meio de comunicação forte assim como a rede Globo de televisão nos proporcionou um status. Então, o que era brega passou a ter glamour e as pessoas em geral começaram a ver a nossa profissão com outros olhos e estão menos preconceituosas. Assim, acredito no favorecimento de programas de TV que mostrem a dança de salão para os profissionais que trabalham com essa arte.

 

Por outro lado, desvantagens estão implícitas e elas nos atrapalham constantemente.

 

Uma delas é a falsa verdade de que se aprende a dançar em poucas semanas.

 

Hoje, com a globalização, as pessoas estão querendo, em tudo na vida, resultados rápidos e imediatos. Dessa maneira, entram nas nossas empresas achando que em pouco tempo serão verdadeiras pés de valsa. Esta mentira traz uma conseqüência terrível para nós que vivemos e “sobrevivemos” desta profissão. O aluno tende a sair mais rápido, pois, ao descobrir a verdade e perceber que o aprendizado é lento, fica desestimulado e decepcionado consigo mesmo. O que era para ser incentivo à captação de alunos se torna uma falsa propaganda, atrapalhando a retenção dos alunos. Nada como a verdade para ter um serviço sério e de qualidade.

 

Quem já viu um professor ou empresário de dança de salão rico?

 

Estes programas dizem que as academias estão lotadas e, consequentemente, a cada momento abrem-se mais e mais empresas.

 

Talvez para os alunos isto seja ótimo, pois a cada dia caem os preços das mensalidades, mas, para quem já está no mercado há mais de dezoito anos, a realidade é diferente.

 

Hoje em Belo Horizonte, existe mais de 45 academias especializadas em dança de salão; isto sem considerar as academias de fitness que se aproveitam do momento do programa da rede Globo no ar e contratam professores sem competência nenhuma para administrarem as aulas de dança de salão.

 

Queria eu que o acréscimo de alunos fosse proporcional ao aumento das academias, mas infelizmente não é. O que era para ser uma propaganda em massa que nos daria um retorno financeiro grande, hoje é o oposto, um aumento gigantesco da fatia do queijo. E viva quem puder!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Faustão: favorece ou denigre? Eis a questão.

 


Elaine Reis

é instrutora especializada em dança de salão da "Academia Pé de Valsa"- BH - divulgando a dança como forma de cultura, arte e lazer.

Personal dancing - texto sobre dança de salão

por Elaine Reis - Academia Pé de Valsa/BH/MG

 

“Trabalho antigo que alguns leigos acham que é novidade.”...

 

“Serviço árduo que muitos acham glamoroso.”...

 

Como qualquer tipo de trabalho, tem suas vantagens e desvantagens. Para quem quiser exercer esta profissão, darei algumas dicas.

 

Há vários anos, presto serviço para várias empresas, nutrindo-as para diminuir a escassez de cavalheiros dançantes. Dessa maneira, deixo aqui as regras básicas:

 

  • Não aborde uma mulher acompanhada, a não ser que o seu par vier pedir o seu serviço.
  • Unhas limpas, um perfume suave, um lenço no bolso, um bom hálito (bala de preferência e chicletes nunca).
  • Sapato confortável, e adequado com o traje do evento.
  • Execução de passos simples lembrando que sempre menos é mais.
  • Preocupação com as senhoras da melhor idade na execução de passos principalmente dos membros superiores.
  • Dentro do evento, saber se posicionar com classe para as senhoras que pedem telefones particulares. Neste caso a melhor opção é passar o cartão da empresa em que trabalha.
  • Não ingerir bebida alcoólica, mas sempre está hidratado com outros tipos de bebidas.
  • Fazer alongamentos antes de começar a jornada de trabalho.
  • Ser agradável, sempre com um sorriso.
  • Baile é um lugar para dançar e não ensinar passos. O processo de aprendizado é dentro de um lugar destinado para este fim.

Agora, para as mulheres que se dispõem fazer este serviço, se preparem, pois temos que ter muito jogo de cintura. Para falar a verdade, eu não gosto deste serviço.

 

Infelizmente, 95% dos cavalheiros são desagradáveis, com considerações esdrúxulas e, para piorar a nossa situação, do meio para o final do baile, já estão semi-bêbados ou bêbados.

 

Portanto, não desejo este trabalho nem para minha inimiga.

 

Mas serviço é serviço e, como diz o filme “Pagando bem que mal tem”, há aquelas que não se importam... Mas adianto que você tem ser “muito mulher” para fazer este serviço e se defender das palhaçadas masculinas.

 


Elaine Reis

é instrutora especializada em dança de salão da "Academia Pé de Valsa"- BH - divulgando a dança como forma de cultura, arte e lazer.

Memórias de um baile: Lançamento do projeto Caravana da Dança BH

Olá!

E aconteceu no dia 09 de maio 2009 - sábado - o esperado Baile de lançamento do projeto Caravana da Dança BH.

Bom o baile contou com a presença de 200 pessoas, excluindo os acompanhante de dança (monitores da Caravana da dança BH) e organizadores e staff.

Muita gente bonita, é claro!

A seleção musical teve seus altos e baixos, mas na média foi boa.

18ª agenda de bailes de Belo Horizonte

Olá!

E nem preciso avisar que está é uma semana muito especial. No sábado realizo, em conjunto com mais 3 dançarinos, o meu primeiro baile. Espero que todos possam ir para se divertirem comigo.
Então, dia 09 - no próximo sábado - a partir das 20 horas, na Timbiras,2928-Barro Preto, perto do Hospital São José.

Memórias de um baile: Milonga del domingos

Olá!

Domingo estive na Milonga del domingos, na Top Dance. Como sempre muito boa. Muito divertida, mesmo sendo pouca as cortinas de outros ritmos.

Muito divertida!

[]s
Wilson Milagres

Memórias de um baile: Estação da gafieira

Olá!

Estive no sábado na Estação da Gafieira, da Centro Gafeirando. Muito bem recebido pelo Acácio, o que agradeço aqui.

Baile tranquilo, pois não tinha muita gente. Seleção musical boa, mas teve alguns senões.

No mais, foi possível divertir.

[]s
Wilson Milagres

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